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domingo, 6 de julho de 2014

Sentimento do mundo: O Brasil e sua sociedade.

(Esse texto foi ao ar pela primeira vez em 14 de julho de 2013 no blog do autor. Decidi colocar ele hoje para nos fazer pensar em como nada mudou em nosso país, e em meio a comemorações de gols, refletir se está valendo a pena toda essa festa. O salário mínimo citado no texto era baseado no salário do ano de 2013.) 
  Brasil, o maior país da América do sul, onde contem belas paisagens, grandes centros urbanos, um lugar com culturas mescladas onde temos índios, negros, pardos, orientais, ou seja, um país democrático onde temos pessoas de lugares diferentes vivendo em paz e harmonia.

  O Brasil é uma das maiores economias do mundo a sétima segundo IBGE, um país rico em combustível, plantações de café, cana de açúcar, entre outros. Claro Brasil tem suas dificuldades como, por exemplo, no sertão do norte onde às pessoas que não tem infraestrutura alguma ou então os moradores de rua que não tem apoio nenhum, ou então os bandidos, traficante "noinhas" que moram nas favelas e até mesmo centros urbanos, a falta de bom senso dos brasileiros, a falta de educação, falta de saúde, as música ofensivas e etc. Porém nós brasileiros somos espertos e junto com nossos políticos e autoridades policiais driblamos isso como se fosse nada.
 
E agora estaremos falando como que o Brasil dribla todas essas dificuldades como os nossos craques de futebol. E é assim mesmo que os brasileiros fecham os olhos para a realidade com muito futebol, samba, festas, programas de TV. É isso mesmo o nosso país não se importa com os problemas que temos. Porque uma grande parcela da sociedade fecha os olhos para a realidade e não enxerga a vergonha que nós somos para o resto do mundo.

  A sociedade prefere assistir um jogo de futebol, uma novela, ir para festas, comemorar uma festividade medíocre do que correr atrás dos direitos de cidadãos, pois é quem imaginaria um país tão belo, tão rico com todos os requisitos para ser um país modelo para outros países com cidadãos tão ignorantes, com políticos exemplares que acomodam a população e os deixam alienados, com seus falsos benefícios e falsas ajudas. 

  O país do imposto, da inflação, da corrupção, do futebol, da marcha das putas, parada gay, pois é, e o salário do trabalhador está aonde?? Isso parece até piada né, o salário mínimo de 
R$678,00 enquanto a Argentina nosso vizinho está ganhado aproximadamente 500 euros. Ai levante uma questão, o salário mínimo de um brasileiro pode suprir as necessidades do trabalhador e de sua família? Sim, mas o chefe de família vai ter se vestir mal, tirar da boca para dar aos filhos, passar por humilhações, ou seja, ele não vai poder dar uma vida digna aos filhos. Porém uma grande fração desses trabalhadores também são hipócritas e não fazem nada para estar mudando a sua situação, por que preferem viver acomodados recebendo benefícios que são concedidos pelo governo do Brasil.

  O Brasil, que belo esse país, no próximo ano estaremos sediando a copa mundo e todos estão muitos felizes, pois somos o país do futebol o país do "rei" Pelé, do fenômeno Ronaldo, do garoto Neymar o mais novo astro do futebol brasileiro. No início foi feito um orçamento para o governo saber quanto seria gasto para estar preparando o país para receber tal evento, o que seria previsto para se gasto era a bagatela de 25,5 bilhões de reais pouco tempo depois o valor aumentou para 28,0 bilhões, pouco dinheiro né? Porém em 2010 a África do sul gastou apenas, 14,5 em infraestrutura e estádios, pouco mais da metade que seria previsto para ser gasto na copa de 2014. Entretanto, nos últimos meses recebemos a noticia de que não seria gasto 28,0 bilhões, mas sim, 63,0 bilhões e será a copa mais cara da historia. Todo esse dinheiro está saindo dos cofres publico, está saindo do seu bolso esse dinheiro, o dinheiro que poderia está sendo gasto em educação, saúde, transporte e etc. 

  O Brasil nas ultimas semanas teve um surto de revolta, pois houve um aumento de 0,20 centavos, no transporte publico. E muitos dizem, "Brasil acordou", será que isso é verdade? O Brasil é um pais que vem passando por algumas revoluções, na década de nos anos 60, 70, 80 e 90 e essa mudanças foram bem úteis para a época porém ela não serviu para os brasileiros estarem abrindo os olhos para a realidade e verem como está o país em que vivemos.

  O Brasil sempre teve casos absurdos de políticos corruptos, Fenando Collor, Paulo Maluf procurado pela Interpol, Carlos Cachoeira e até mesmo os nossos últimos governantes o presidente Lula que está envolvido em vários casos de desvio de dinheiro e a nossa atual presidenta Dilma Rousseff, assalto ao banco Banespa, teve falsas identidades dentre vários outros delitos, mas claro, isso não é nada porque vivemos no Brasil e esses políticos são bem vindos, aqui isso é normal. E uma pessoa assim é a nossa governante e uma pessoa está em cargo tão importante porque? Simples, eles nos enganam com falsos benefícios, falsas oportunidades, por exemplo, no nordeste eles dão o bolsa família ao invés de estar fazendo projetos para aumentar a taxa de empregos e não deixa-los acomodados ou então os programas educacionais (Enem, Fies, Prouni), mas nós temos um ensino de qualidade? De acordo com a Unesco dentre 172 países o brasil está em 72º, mas quem liga SOMOS O PAIS DO FUTEBOL, DO SAMBA, CAIPIRINHA E PAÍS DA HIPOCRISIA. 
 
  E sim o Brasil nunca irá mudar, já perdemos, tivemos heróis, como Geraldo Vandré, que fez varias músicas fazendo referencias aos ditadores da época, Chico Buarque idem, dentre vários grandes nem chegamos a conhecer nem ouvir o nome deles, e refriso novamente o brasil não vai mudar pois temos uma pequena fração da população que realmente, enxerga a realidade e que deseja a mudança.

Sobre o autor: John Lennon Macedo.Um cara um "tantinho" louco, impulsivo, ansioso, sonhador, sem medo de vida sem medo de arriscar, sem medo de amar, apenas carrego o medo de ficar sozinho. Não tem como me auto descrever, porque eu estou com preguiça de pensar e de escrever, a única coisa que vocês tem que saber é que eu sou um sonhador, ainda sonho com um mundo melhor e acredito no amor verdadeiro, entre as pessoas, sem duvida isso é a única coisa que pode mudar o mundo.
(Para visitar o blog do John clique aqui. Caso queire seu texto divulgado no blog, basta ler esse artigo.)

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Sentimento do mundo: Inconstância.

 
  Ela tem uma aura especial, que te atrai como um imã e te puxa para mais perto, até que você se vê preso no olho do furacão que é o abraço dela. Ela é independente, rapaz. Sem dramas e sem show, ela gosta da liberdade e de sentir o vento em seu rosto. Ela não gosta de meio-termo. De meio-amor. De meio-romance. Ela espera que a você a complete a ponto de transbordá-la.   Ela tem um olhar voraz, e à primeira vista, você vai se sentir acuado. Mas logo em seguida estará pensando em quais serão os segredos que aqueles olhos e aquele meio sorriso escondem. Ela gosta do mistério. Ama o suspense que é não saber o que você encontrará na próxima esquina. Mas ela sempre está pronta para qualquer perseguição, e seu dom é se esconder. Em um piscar de olhos, ela está aqui. Em outro, você sente que a perdeu. Mas ela sempre volta. Ela não gosta de mudanças. Odeia rotina. Aprecia o acaso e não crê em destino. Porque ele pode mudar, rapaz. Tudo pode. E ela está sempre em constante mudança. E você não pode contê-la. Ela nasceu durante uma tempestade e sua natureza é essa: inconstante, catastrófica. Encanta e amedronta, e quando você se der conta, estará afundando no dilúvio, perdido naquele mar de confusões que ela trará à sua vida. Mas em questão de segundos ela te puxará lá do fundo e a tempestade vai acabar, rapaz. 
  E ela vai sorrir para você.
  E aí, sim, você estará perdido.







Sobre a autora: Seu nome é Aline Próvier, mas gosta de ser chamada de Allie. Cresceu agarrada em livros, e com o sonho de ter um de sua autoria um dia. É apaixonada por gatos e por música. Tem certa fascinação por estradas e florestas de pinheiros, e sonha em deixar tudo para trás um dia e viajar por aí de carro. Tem a mania de sonhar demais. Mas, se não fosse por isso, não encontraria inspiração nas coisas mais bobas, e nas pessoas mais especiais. Para conhecê-la melhor basta acessar o seu blog.
(Para ter seu texto no blog, basta clica aqui.)

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Sentimento do mundo: A menina do cabelo verde

  Iluminava a minha vida como se eu fosse o satélite natural, e ela a maior estrela de todas. Suas falas verdadeiras eram como se fossem flocos de neve caindo lentamente nas costas dos que nasceram nos trópicos – uma surpresa fria, porém alegre. Dia após dia eu via seu cabelo de cor incomum crescendo, juntamente com o sentimento aqui dentro, que mais tarde descobri que era esperança tingida de uma cor que eu desconhecia o nome. Tudo aquilo me fazia feliz, de tal forma que era como se essa fosse a única sensação que existisse para possuir.
  Quando a menina tomou o impulso do respiro para iniciar um pedido, imediatamente respondi, sim, claro, vamos imediatamente. Não houve alarde ao redor. Ela engoliu o ar, que acabou por fornecer oxigênio para que lhe nascesse um sorriso amarelo na face. Em seguida falou, eu não sabia que você lia pensamentos. E eu não lia. Eu mal leio letreiros gigantescos em avenidas minúsculas. Só leio livros, mas respondi, eu leio até as almas dos que ainda nem nasceram, leio até os contos que jamais serão escritos. Ela ficou impressionada, e meu interior tingiu-se de vermelho. De tanto orgulho, de tanta timidez que jamais demonstro – que é para a cor não misturar-se com o tom do cabelo dela, e atiçar o meu daltonismo.
  Pronto, chegamos, ela me mostrou o local utilizando suas mãos que pareciam mais felizes que a boca que sorria cheia de dentes. Balançavam frenéticas como se estivesse a coreografar uma música rápida e moderna. Até suas unhas cor de escarlate sorriam faceiras do meu equívoco. Como pude, eu me questionava, meu Deus, meu Deus, como pude compactuar com um absurdo desses, eu me desesperava em silêncio. Não mais era eu um homem.   Agora era eu, uma extensão da loucura imposta, a tinta que secou no pote, um menino que compactou inocentemente com o fim do mundo.
  Pensando bem, nem tudo está perdido, eu dizia para mim, tentando me acalmar e despistar o meu desespero – que não foi me procurar na esquina como eu havia mandado, ao invés disso, grudou na minha roupa e a descoloriu até que ficasse cinza e mole. O que você vai fazer aí dentro, perguntei pausadamente, como se estivesse inventando palavras com raízes provenientes do latim. Vou cortar o cabelo, ela respondeu com uma naturalidade que cortou os meus fios capilares com uma rapidez que cresceram tão rápido, que nem ela nem o tempo repararam. Ela abriu a porta e entrou. Eu poderia tê-la impedido, mas o dia confuso anunciava o fim do verde. Para sempre.
  Enquanto o cabeleireiro e a menina compactuavam com a morte de uma cor, convencidos de que eram criminosos inocentes, eu podia ver através do vidro meio embaçado da barbearia, o caos brotando no asfalto do lado de fora, como se fossem árvores sem copas – pois a cor que lhes pertencia em pouco tempo se tornaria uma daquelas estórias contadas pelas avós sobre como os tempos antigos eram bem melhores que os atuais.
  A razão para isso, é que parecia que a abundância do mundo tinha origem na cor das pontas do cabelo dela. Cortava e lá ia toda a esperança do mundo. Os conselhos de paz foram ruídos. O povo parou de votar. As crianças desistiram das aulas de piano. As moças deram as costas paras as janelas. Os rapazes abandonaram os estudos. As mães desligaram a TV bem na hora da novela.       Os pais não colocaram os carros na garagem. Os professores passaram a falar de trás pra frente, os políticos se mataram afogados em um mar que está sobre nossas cabeças. A confusão seca fez voar os objetos como se fossem fadas, e em pilhas, cada coisa, em seu estado mais desagregado e não polido, encontrou abrigo na outra coisa que também teve coragem de expor a sua feiúra mágica e real. Enquanto nós, os de espírito jovem, apagamos a nossa arrogância de querer ter sempre razão. Sorrimos quase orgulhosos. Em nada nos afetou. Somos livres de toda a vontade, de todos os desejos. O tanto faz após árdua luta, mora dentro de nós.
  Quando ela corta o cabelo, apenas observo enquanto a loucura ao redor se propaga como cura contagiosa. A esperança acabou. Ela cortou o cabelo e o tom verde se foi. O abrir mão nos salvou da crueldade do precisar. Não precisamos de nada. Somos jovens e despretensiosamente pretensiosos.         Insolentes. Não sabemos o nosso lugar. Aparentemente sem futuros. Não somos prisioneiros do tempo. Entregamo-nos completamente a arte, como se esta fosse o refúgio para os tempos de guerra não declarada. Como se o amor caísse feito chuva sobre nossas cabeças, e nos abençoasse com a simplicidade e com a luz dos que querem e vão mudar o mundo. Dos que olham para o lado e vêem mais do que matéria. Percebem a vida celebrando sua grandiosidade genuína como que se a duas nações irmãs por palavras escritas, faladas, e principalmente sentidas na ponta da língua, igual a tempero forte de nasce em terras distintas.
  Acabei moça, você ficou linda, o cabeleireiro frisou o óbvio, ela sorriu com simpatia, obrigada, respondeu. Deixa só eu abrir essa janela, aqui está meio abafado, ele se dirigiu ao canto esquerdo do salão. Ah ele não sabia, ah, eles nem imaginavam a bagunça que haviam provocado, e que iam além daqueles fios esverdeados sobre o chão alvo. Eu que não ia dizer. Eu apenas ia esperar.   Que desordem Jesus, e tudo isso a troco de absolutamente nada. Eu sorri por dentro. Sorriso de desespero faminto de ser devorado e em seguida, inexistido.
  O vento entrou acreditando que era um convidado espaçoso e poderia derrubar tudo que apenas iríamos achar graça como as mães de meninos mimados. O ar em movimento sacudiu e soprou os pensamentos da mente dela para a minha. Sei por que de repente todas as minhas visões e ideias ficaram confusas e da cor vestígio da tinta do cabelo dela. E em ato de escambo imposto, sorriso do meu peito foi parar nos lábios da garota. Ela sorriu de volta e depois eu... Fiquei sem palavras.
  Comecei a pensar, mesmo que haja o caos lá fora procurarei manter a paz dentro de mim, não como algo branco e característico, mas sim de todas as cores, como um corpo que foi alimentado de sangue de várias etnias, com um pertencer ao mundo que me faça ouvir mais do que falar, que desperte em mim a vontade de seguir em frente mesmo quando tudo estiver errado, e saber que lá na frente tudo vai valer a pena. Sorri confortável, pronto para a luta elegante do argumento, para a revolução das palavras. Segurei a mão a mão da garota, e acenei para o barbeiro como ato de homenagem para um veterano repleto de honra. Abri a porta. O vento nos seguiu, empurrou os fios verdes para fora da porta e os espalhou pela rua. A esperança voltou para o mundo, e tudo voltou a ser como era antes.

  Menos eu.







Sobre a autora: Rayane Rodrigues tem 19 anos, mora em Brasilia e é finalista do prêmio sesc de literatura. Atualmente trabalha com produção de Tv, e empreende um e-comercce com roupas especiais ao estilo de "tumbrl". Tem como objetivo de vida fazer algo impactante, que modifique positivamente a vida das pessoas. blog - sitealgotaodoce.blogspot.com.br
(Caso queira seu texto aqui, basta ler esse artigo.)

terça-feira, 1 de abril de 2014

Sentimento do mundo: Raízes Profundas.

Se eu tivesse que definir meu pai em um personagem, indubitavelmente este seria Ned Stark. Por que ele perde a cabeça fácil? Talvez, mas mais pela sua imbatível bússola moral que o impede de seguir pelos caminhos mais “fáceis” (e incorretos) ainda que sua vida dependesse disto.
Uma vez, há muito, muito tempo, quando eu era criança, entre inúmeras outras coisas que costumava aprontar, talvez a que tenha me dado a maior lição foi em determinada ocasião que quebrei um presente que ele havia dado para minha mãe. Era um elefantinho de cristal, de decoração. Não me recordo em detalhes o que houve, mas eu quebrei e escondi. Quando questionado, afirmei até o último instante que não sabia onde estava, que não havia mexido. Também, apenas pelo ritual, questionaram meu irmão, mas ele negou, e também não era possível culpá-lo, pois ele nem em casa estava. Continuei negando ter mexido no dito cujo. Após muito tempo, acabei admitindo que o havia quebrado e escondido. Devolvi. Hoje percebo que um pouco de SuperBonder teria resolvido o problema, mas céus, eu não tinha como pensar nessa solução.
Após averiguarem o dano, meu pai me colocou de castigo. Também não me recordo qual foi, mas estou vivo hoje e sem traumas, então não deve ter sido algo tão grave (mas quando você é uma criança, tudo tende a ser exageradamente maior). E, por consequência, apanhei (não pensem que ele é um monstro, naquela época não existia lei da palmada, e é exatamente o que falta para muita gente hoje – algumas surras). Meu pai explicou que o castigo era por ter quebrado, mas apanhei por ter mentido.
Claro, isto não me impediu de mentir inúmeras outras vezes, e devo admitir, embora não com tanto orgulho, que acabei dominando a arte. Mas ainda que utilize-me dela, sei que é errada. E sei até que ponto devo leva-las, e quando chega a hora de assumir as responsabilidades e arcar com as consequências, fazê-lo com cabeça erguida e peito estufado. Posso não me orgulhar do que fiz, mas sim de ser homem de assumir.
Isto me faz pensar. Parafraseando um trecho de Ilha do Medo (Shutter Island), “o que é pior? Viver como um monstro ou morrer como um bom homem?”. Cause danos e as pessoas irão desgostar de você. Após ser desmascarado, continue negando categoricamente sua culpa, e você será odiado. Desprezado. Subjugado. Vale a pena viver num mundo forjado pelas mentiras? Basta uma rachadura, e toda a estrutura será reduzida à poeira e cinzas.
Fazer algo sabidamente errado é ruim, mas pior ainda é não ter caráter de admitir e aceitar suas consequências.








Sobre o autor: Marco tem 23 anos e mora em São Paulo. Formado em comércio exterior no SENAC, hoje trabalha como estagiário na Editora Abril. Tem paixão por livros e ama escrever. Faz cosplay de Luke (Percy Jackson) e Gus (A culpa é das estrelas.)
(Ele está inaugurando "Sentimento do mundo", a nova categoria do blog, em que autores desconhecidos como ele, tem seus escritos divulgados no blog! Que tal ter o seu texto aqui também? Saiba mais aqui.)
 
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